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O dia 20 de maio de 1986 seria um dia normal
como qualquer outro no nosso pais. Entenda, eu disse seria porque não
foi. Logo nas primeiras horas do dia, Douglas Avedikian, controlador de
vôo do Cindacta em Brasília, recebeu o comunicado de um avião
Bandeirantes da TAM que questionava à Central de Controle do Trafego
Aéreo se havia alguma outra aeronave voando em suas redondezas.
A resposta foi negativa. Pouco depois, era ouvida a voz do piloto em pânico
relatando que várias luzes passavam bem em sua frente.
Depois
de alguns minutos, o piloto de um avião da Transbrasil - ilustração
ao lado - , que naquele momento sobrevoava a cidade de Araxá (MG),
afirmou estar vendo várias luzes. A partir desse momento, o Cindacta
passou a receber vários telefonemas das torres de controle de Pirassununga,
Ribeirão Preto e São José dos Campos (SP). Não
havia dúvidas, a Força-aérea brasileira acionou alguns
caças para a interceptação . No dia seguinte, todas
as emissoras de televisão noticiavam fatos surpreendentes ocorridos
na noite de 19 de maio e a madrugada de 20 de maio. Segue o pronuciamento
do então Ministro da Aeronáutica, o brigadeiro Otávio
Júlio Moreira Lima:
Pelo menos 20 objetos saturaram os radares e interromperam o tráfego
na área. Toda vez que os radares detectam objetos não identificados,
os caças levantam vôo para reconhecimento...Só podemos
dar explicações técnicas, e não as temos...Seria
muito difícil para nós falarmos sobre a hipótese
de que estes objetos tenham origem extraterrestre. (fonte: Verdades
que incomodam de Alberto Romero - válido para todas)
É óbvio que um ministro não poderia falar abertamente.
Um cargo ligado diretamente ao Palácio do Planato e, como sabemos,
o governo do nosso pais segue a regra mundial: NEGAR SEMPRE. Já
não é a mesma situação do atual presidente
da VARIG, o coronel Osíris Silva (entre os vários cargos
que ocupou está a presidencia da EMBRAER e da PETROBRÁS):
Dizem que foi um salto muito grande entre a presidência da
Embraer e a Petrobrás, que subi tanto que cheguei a ver disco voador.
Naquela noite, quando nos aproximamos de São José dos Campos,
a bordo do avião XINGU PT-MBZ, pediram de Brasília para
observarmos alguns pontos que tinham sido detectados pelo radar e que
não estavam registrados como vôos regulares dentro daquela
área. Na altura de 600m vimos pontos luminosos de cor laranja avermelhado,
com brilho muito intenso. Tentamos nos aproximar das luzes, mas desistimos.
Elas apagavam e acendiam em lugares diferentes por cerca de 10 a 15 segundos.
Observamos variações muito rápidas de velocidade....
Deixando que os próprios protagonistas dos noticiários contem,
segue major aviador Ney Antônio Cerqueira (chefe do Centro de Operação
da Defesa Aérea CODA):
Não
temos condições técnicas operacionais para explicar.
O aparecimento desses objetos nas telas dos radares é inexplicável...As
fitas com as comunicações entre pilotos e controladores
das áreas de Brasília, São Paulo e Anápolis
e os relatórios dos pilotos dos F-5E e dos Mirages serão
estudados para posteriores conclusões. O CODA acionou dois F-5E
e três Mirages (ilustração ao lado) para identificarem
os objetos. Um F-5E e um Mirage ficaram de prontidão no solo.
O estudo que o major Ney Antônio Cerqueira se referiu deve ser mesmo
bem difícil, pois até hoje ele não apresentou na
mídia as conclusões do mesmo. Ao que parece, os pilotos
tiveram momentos bem tensos. Um dos F-5E (possivelmente pilotado pelo
capitão Jordão Brisola) ficou no meio de 13 objetos que
mediam aproximadamente 100m de diâmetro, ou seja, os ÓVNIs
teriam o tamanho aproximado de um estádio de futebol. E olha algo
como a tecnologia Stealth: os ecos captados nos radares de bordo às
vezes não eram vistos a olho nu e, outras vezes, eram observados,
mas os radares nada acusavam. Tal qual o estudo do CODA, o ministro Moreira
Lima prometeu um laudo em cerca de 30 dias, e já é bem mais
de uma década que estamos esperando.
Fonte: Reinaldo Stabolito webmaster PAINEL
OVNI.
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