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Com o pessoal do SNI acompanhando a equipe da
Operação Prato, aconteceria um dos incidentes mais impressionantes
de toda a operação. O pessoal do SNI acompanhava nas vigílias
noturnas em busca de registrar fotograficamente os ÓVNIs e normalmente
era marcado um local de encontro para que eles fossem juntos. Normalmente
era marcado por volta das 18:00hs. Num certo dia, o pessoal do SNI teria
se atrasado chegando somente às 19:00hs e em meio às brincadeiras
referentes a pontualidade dos atrasados agentes de informações,
um deles teria dito algo como: Olha lá em cima. Olha lá
no alto. Quando todos os olhares se voltaram para cima, eles tiveram
um susto que jamais iriam esquecer pelo resto de suas vidas. Tratava-se
de um enorme disco negro que estava justamente em cima deles a uma altura
próxima de 150 metros. O disco tinha uma pequena luz no meio que
oscilava entre o amarelo e o âmbar e emitia um ruído semelhante
a um ar condicionado. Todos ficaram sem ação
parados e simplesmente se mantiveram observando a cena extraordinária
na qual testemunhavam. Passado um certo período de tempo, o disco
começou a aumentar a intensidade da luz que emanava no meio de
sua estrutura de baixo. A luz amarela ficara tão forte que chegava
a iluminar o chão para, logo em seguida, voltar a diminuir sua
intensidade. Isso
se repetiu em intervalos curtos por mais umas cinco vezes. Pelas declarações
dadas pelo capitão Uyrangê, até mesmo ele que comandava
a operação, tendo que manter uma postura de liderança,
acabou morrendo de medo. Até que subitamente ele teria
disparado em altíssima velocidade. Não há como negar
que, aparentemente, os alienígenas não tinham a menor intenção
de manterem sua presença à revelia das autoridades. Se não
é possível garantir 100% essa afirmação, por
outro lado, não parece haver nenhum sentido nessa atitude que não
seja de se revelar para o governo brasileiro. Dá para associar
esses fatos com uma atitude hostil? Se fosse uma demonstração
de força e poder por parte dos alienígenas para uma intimidação
das autoridades terrestres, eles obteriam melhores resultados num confronto
direto com os nossos caças. Pode ter certeza disso. No entanto
eles vinham, se deixavam ser avistados e fotografados, para depois baterem
em retirada sem molestar qualquer um dos homens da equipe da Operação
Prato. Abrindo mais espaço para a especulação, a
impressão que se tem é que talvez eles estivessem bastante
receptivos a um contato direto com as autoridades. Se essa interpretação
estiver correta, como justificar as atitudes que as autoridades tiveram
em diversos casos como, por exemplo, no famoso Caso Varginha? Quem é
mais hostil nessa história, nós ou eles?
Outro incidente bastante próximo teria ocorrido com uma equipe
de reportagem do jornal O Estado do Pará. Na época havia
vazado informações que a FAB estava investigando diversos
incidentes envolvendo os tais discos voadores na Amazônia e o jornal
em questão teria mandado uma equipe para verificar esse furo.
A equipe de reportagem teria conseguido ver alguma coisa tão chocante
que eles juraram que jamais voltariam para aquele lugar. Pelos depoimentos
do capitão Uyrangê, essa equipe estaria sempre tentando descobrir
o local que a Operação Prato fazia suas vigílias,
mas como eles estavam constantemente se locomovendo, os repórteres
sempre acabavam não conseguindo descobrir nada. Porém, certa
noite, eles teriam avistado uma luz se aproximando à baixa altitude.
Foi então que eles pegaram o carro para tentar se aproximar melhor
dessa luz. Só que as coisas mudaram de papéis,
pois a luz é que passou a perseguir o veículo da equipe
de reportagem e, subitamente, focou um feixe de luz sobre eles. Neste
momento, por incrível que pareça, o teto do carro ficou
transparente como se fosse feito de vidro. Isso teria permitido
que os repórteres conseguissem até mesmo fotografar o OVNI
de dentro do veículo fazendo evoluções no alto. Apesar
do furo que o jornal deu, pois as fotos ficaram bem nítidas
e foram publicadas, ocupando cada uma, uma página inteira, o ônus
foi enorme para os repórteres. Após o incidente, eles ficaram
bastante abalados emocionalmente, sendo que alguns deles, na mesma noite
do incidente, sofreram enormes acessos de vômito.
Mas esses fatos fantásticos não seriam a experiência
mais impressionante que o capitão Uyrangê viria testemunhar.
Um oficial da FAB, capitão Victor Jamianiaski, soube da Operação
Prato e resolveu procurar o capitão Uyrangê para lhe contar
um episódio bizarro que havia acontecido. O capitão Victor
costumava pescar e freqüentava aquelas redondezas. Segundo o depoimento
do capitão Victor, um rapaz chamado Luis que trabalhava na olaria
próxima dali teria participado de um incidente inquietante. Certo
dia, enquanto colhia barro, viu vestígios de uma paca comendo restos
de flores de uma árvore à beira do rio e a acompanhou para
caçá-la. Após ter retornado a olaria e esvaziado
a sua embarcação, ele retornou ao local armado com uma espingarda
e armou acampamento em cima de uma árvore aguardando o retorno
da paca. De repente, ele ouviu um barulho e, logo em seguida, passou uma
luz forte sobre ele. Mal deu tempo para o rapaz respirar e a luz havia
retornado e parado exatamente sobre ele. Segundo o depoimento que o rapaz
teria dado, a nave era parecida com uma cabine de um Boeing 737 (?). De
repente uma porta se abriu e dela saiu uma criatura parecida com nós
que desceu flutuando nesse feixe de luz. Quando essa criatura se aproximou
de Luis, ele pulou fora da árvore e se escondeu em outra árvore
próxima. Apesar do medo, Luis ficou próximo para poder observar
o que estaria acontecendo. A criatura passou a examinar o acampamento
que Luis tinha montado com uma luz vermelha que parecia sair da palma
da mão, pois ele não conseguiu perceber nenhum objeto na
mão da criatura que fosse responsável pela luz. Até
que subitamente, sem que houvesse procurado por Luis antes, a criatura
se virou bem na direção de Luis e começou a ir em
sua direção. Era como se a criatura tivesse adivinhado o
local que ele estaria escondido. Aterrorizado, Luis correu por uma margem
do rio. Já a criatura deu meia-volta e retornou para a nave. Só
que não termina por ai, a nave começou seguir Luis em velocidade
bem baixa e mantendo-se na altura das copas das árvores. Nesse
clima de desespero, Luis tentava desesperadamente fugir até que
ele viu algumas pessoas que estariam próximas. Não teve
dúvidas: gritou. As pessoas, ao ouvir o grito, foram em direção
de Luis. Só que quando viram o que estava atrás do rapaz,
correram e pularam na água mantendo-se à distância
e observando a cena somente com os olhos para fora dágua.
O OVNI para em cima do barco de Luis e novamente desce a criatura. Só
que dessa vez ela não teria ido atrás de Luis. A criatura
examinou rapidamente a embarcação, tal como havia feito
com o acampamento de Luis, e retornou para a nave. Esta, por sua vez,
disparou para longe.
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