Casos Nacionais
:: Operação Prato - Página 2
 

Com o pessoal do SNI acompanhando a equipe da Operação Prato, aconteceria um dos incidentes mais impressionantes de toda a operação. O pessoal do SNI acompanhava nas vigílias noturnas em busca de registrar fotograficamente os ÓVNIs e normalmente era marcado um local de encontro para que eles fossem juntos. Normalmente era marcado por volta das 18:00hs. Num certo dia, o pessoal do SNI teria se atrasado chegando somente às 19:00hs e em meio às brincadeiras referentes a “pontualidade” dos “atrasados agentes de informações”, um deles teria dito algo como: “Olha lá em cima. Olha lá no alto”. Quando todos os olhares se voltaram para cima, eles tiveram um susto que jamais iriam esquecer pelo resto de suas vidas. Tratava-se de um enorme disco negro que estava justamente em cima deles a uma altura próxima de 150 metros. O disco tinha uma pequena luz no meio que oscilava entre o amarelo e o âmbar e emitia um ruído semelhante a um ar condicionado. Todos ficaram “sem ação” – parados – e simplesmente se mantiveram observando a cena extraordinária na qual testemunhavam. Passado um certo período de tempo, o disco começou a aumentar a intensidade da luz que emanava no meio de sua estrutura de baixo. A luz amarela ficara tão forte que chegava a iluminar o chão para, logo em seguida, voltar a diminuir sua intensidade. Isso se repetiu em intervalos curtos por mais umas cinco vezes. Pelas declarações dadas pelo capitão Uyrangê, até mesmo ele que comandava a operação, tendo que manter uma postura de liderança, acabou “morrendo de medo”. Até que subitamente ele teria disparado em altíssima velocidade. Não há como negar que, aparentemente, os alienígenas não tinham a menor intenção de manterem sua presença à revelia das autoridades. Se não é possível garantir 100% essa afirmação, por outro lado, não parece haver nenhum sentido nessa atitude que não seja de se revelar para o governo brasileiro. Dá para associar esses fatos com uma atitude hostil? Se fosse uma demonstração de força e poder por parte dos alienígenas para uma intimidação das autoridades terrestres, eles obteriam melhores resultados num confronto direto com os nossos caças. Pode ter certeza disso. No entanto eles vinham, se deixavam ser avistados e fotografados, para depois “baterem em retirada” sem molestar qualquer um dos homens da equipe da Operação Prato. Abrindo mais espaço para a especulação, a impressão que se tem é que talvez eles estivessem bastante receptivos a um contato direto com as autoridades. Se essa interpretação estiver correta, como justificar as atitudes que as autoridades tiveram em diversos casos como, por exemplo, no famoso Caso Varginha? Quem é mais hostil nessa história, nós ou eles?

Outro incidente bastante próximo teria ocorrido com uma equipe de reportagem do jornal O Estado do Pará. Na época havia vazado informações que a FAB estava investigando diversos incidentes envolvendo os tais discos voadores na Amazônia e o jornal em questão teria mandado uma equipe para verificar esse “furo”. A equipe de reportagem teria conseguido ver alguma coisa tão chocante que eles juraram que jamais voltariam para aquele lugar. Pelos depoimentos do capitão Uyrangê, essa equipe estaria sempre tentando descobrir o local que a Operação Prato fazia suas vigílias, mas como eles estavam constantemente se locomovendo, os repórteres sempre acabavam não conseguindo descobrir nada. Porém, certa noite, eles teriam avistado uma luz se aproximando à baixa altitude. Foi então que eles pegaram o carro para tentar se aproximar melhor dessa “luz”. Só que as coisas mudaram de papéis, pois a luz é que passou a perseguir o veículo da equipe de reportagem e, subitamente, focou um feixe de luz sobre eles. Neste momento, por incrível que pareça, o teto do carro ficou transparente – como se fosse feito de vidro. Isso teria permitido que os repórteres conseguissem até mesmo fotografar o OVNI de dentro do veículo fazendo evoluções no alto. Apesar do “furo” que o jornal deu, pois as fotos ficaram bem nítidas e foram publicadas, ocupando cada uma, uma página inteira, o ônus foi enorme para os repórteres. Após o incidente, eles ficaram bastante abalados emocionalmente, sendo que alguns deles, na mesma noite do incidente, sofreram enormes acessos de vômito.

Mas esses fatos fantásticos não seriam a experiência mais impressionante que o capitão Uyrangê viria testemunhar. Um oficial da FAB, capitão Victor Jamianiaski, soube da Operação Prato e resolveu procurar o capitão Uyrangê para lhe contar um episódio bizarro que havia acontecido. O capitão Victor costumava pescar e freqüentava aquelas redondezas. Segundo o depoimento do capitão Victor, um rapaz chamado Luis que trabalhava na olaria próxima dali teria participado de um incidente inquietante. Certo dia, enquanto colhia barro, viu vestígios de uma paca comendo restos de flores de uma árvore à beira do rio e a acompanhou para caçá-la. Após ter retornado a olaria e esvaziado a sua embarcação, ele retornou ao local armado com uma espingarda e armou acampamento em cima de uma árvore aguardando o retorno da paca. De repente, ele ouviu um barulho e, logo em seguida, passou uma luz forte sobre ele. Mal deu tempo para o rapaz respirar e a luz havia retornado e parado exatamente sobre ele. Segundo o depoimento que o rapaz teria dado, a nave era parecida com uma cabine de um Boeing 737 (?). De repente uma porta se abriu e dela saiu uma criatura parecida com nós que desceu flutuando nesse feixe de luz. Quando essa criatura se aproximou de Luis, ele pulou fora da árvore e se escondeu em outra árvore próxima. Apesar do medo, Luis ficou próximo para poder observar o que estaria acontecendo. A criatura passou a examinar o acampamento que Luis tinha montado com uma luz vermelha que parecia sair da palma da mão, pois ele não conseguiu perceber nenhum objeto na mão da criatura que fosse responsável pela luz. Até que subitamente, sem que houvesse procurado por Luis antes, a criatura se virou bem na direção de Luis e começou a ir em sua direção. Era como se a criatura tivesse adivinhado o local que ele estaria escondido. Aterrorizado, Luis correu por uma margem do rio. Já a criatura deu meia-volta e retornou para a nave. Só que não termina por ai, a nave começou seguir Luis em velocidade bem baixa e mantendo-se na altura das copas das árvores. Nesse clima de desespero, Luis tentava desesperadamente fugir até que ele viu algumas pessoas que estariam próximas. Não teve dúvidas: gritou. As pessoas, ao ouvir o grito, foram em direção de Luis. Só que quando viram o que estava atrás do rapaz, correram e pularam na água mantendo-se à distância e observando a cena somente com os olhos para fora d’água. O OVNI para em cima do barco de Luis e novamente desce a criatura. Só que dessa vez ela não teria ido atrás de Luis. A criatura examinou rapidamente a embarcação, tal como havia feito com o acampamento de Luis, e retornou para a nave. Esta, por sua vez, disparou para longe.

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