Casos Nacionais
:: Operação Prato - Página 3
 

Após esse incrível depoimento do capitão Victor, o capitão Uyrangê teria falado diretamente com o protagonista do incidente, Luis, no Comar. Foi então que o capitão Uyrangê decidiu ir realizar uma vigília no local para averiguar a situação do local com relação ao fenômeno da presença alienígena na Amazônia. Mal sabia ele que, junto de sua equipe, iriam protagonizar o incidente mais impressionante da Operação Prato. Quando chegaram ao local onde está a olaria que Luis trabalhava, estava chovendo e era por volta das 19:00hs. Devido a chuva, toda a equipe entrou na casa do zelador da olaria, menos o capitão Uyrangê que se mantinha em alerta para não perder qualquer manifestação aérea anômala que não poderia ser atribuído a qualquer coisa conhecida. Não demorou muito para o capitão se deparar com o primeiro avistamento. Um objeto na qual não foi possível verificar sua forma devido à intensidade das luzes que ele emitia passava bem cima da olaria. Havia um aspecto que diferenciava este avistamento em comparação com os que haviam sido feitos até então. Normalmente os ÓVNIs emitiam um ruído parecido com ar condicionado com, em algumas vezes, estalos ou eram absolutamente silenciosos. Esse, no entanto, emitia um ruído bem alto. Algo semelhante a uma turbina. Porém, não poderia se tratar de um avião devido à baixíssima altitude do vôo, ainda mais com as condições meteorológicas ruins (a menos que se tratasse de um piloto suicida). Imediatamente o capitão grita alertando que teria visto algo estranho passando. Após esse incidente inicial, toda a equipe teria se dirigido para o local onde Luis teria testemunhado o incidente com a criatura que teria traços parecidos com o de um ser humano. Eles foram exatamente na árvore onde Luis teria montado acampamento. Como a chuva teimava em não parar, o volume da água do rio começava a subir. Não houve outra alternativa a não ser subirem na árvore. E nessas condições nada agradáveis toda a equipe teria ficado por volta de 10:00hs, até que resolveram ir embora. Quando eles já iriam partir no barco, um OVNI com uma luz bem intensa de cor amarela e a baixa altitude (praticamente na altura das copas das árvores) cruza o rio na rota de norte para o sul. Ela estava a uma distância próxima de 2.000 metros, ou seja, praticamente no local onde se encontra a casa do zelador da olaria – no mesmo local onde o capitão teria tido o primeiro avistamento.

A equipe retorna para a olaria para fazer as anotações desse novo avistamento. Como eles não tinham levado qualquer mantimento, Luis teria pegado um barquinho e, acompanhado por um menino de 9 anos de idade, se dirigido a uma ilhota que tinha um comprimento de 15 ou 20 metros, porém muito comprida, na qual se situaria sua casa. Absurdamente, eles chegaram na ilha e simplesmente desapareceram diante dos olhos de todos da equipe. Esse evento desconcertante deixou toda a equipe inquieta. Algo de muito bizarro estaria acontecendo com eles. E nesse exato momento, a luz amarela teria retornado e estaria próxima ao inicio do rio vindo claramente na direção deles. Apesar da inquietação gerada pelo estranho desaparecimento de Luis e o menino, a equipe imediatamente começou a tirar fotos, filmar e fazer todo tipo de registro do evento. Pelos cálculos do capitão Uyrangê, o OVNI deveria estar a uma altura próxima de 200 a 250 metros. Quando o OVNI chegou perto da equipe da Operação Prato, ele teria apagado suas luzes permitindo que todos pudessem observar perfeitamente o seu formato que era como uma bola de futebol americano em pé. Tratava-se de uma nave de gigantescas proporções, algo como uns 100 metros de altura. Além de apagar suas luzes permitindo que todos pudessem ver exatamente o que se tratava, o OVNI teria reduzido bastante a sua velocidade permitindo que todos pudessem vislumbrar-lo. Realmente parecia que isso era feito de propósito, como se eles soubessem mesmo qual era o papel da equipe e quisessem que ela obtivesse registros bastante contundentes para que nossas autoridades tomassem consciência de sua presença. Finalmente, o objeto se afastou lentamente. Quando esse fenômeno terminou já era por volta das 11:00hs.

Por volta das 13:30 este OVNI retornou, porém agora emitindo um brilho azul bastante intenso e acompanhou a margem oposta do rio. Quando chegou perto da ilha, foi em direção a Belém. Novamente ele voava na altura das copas das árvores. Quando ele se aproximara de Belém, deu meia-volta e retornou na direção da equipe da Operação Prato ficando bastante próximo. Segundo as informações obtidas pelo depoimento do capitão Uyrangê, ele tinha um brilho muito intenso, porém não ardiam os olhos se você olhasse diretamente para o gigantesco objeto. Esse foi o momento mais dramático que a equipe passou durante toda a Operação Prato, pois à distância que “esse prédio de 100 metros de altura em forma de uma bola de futebol americano” estava da equipe era algo como de 10 a 15 metros de distância. Um dos homens teria inclusive perguntado algo como: “E agora? E se alguém sair de lá e vir aqui nos pegar e levar com eles?”. Tudo isso era novidade para eles. Não era possível ter a mínima idéia do que pudesse acontecer e eles estavam absolutamente expostos e, ainda, não portavam qualquer arma para se defender.

O interessante é que, após terem presenciado experiências tão fantásticas, o capitão Uyrangê tirou suas próprias conclusões sobre esse assunto (seu papel era de chefiar uma equipe para coletar registros sobre os fenômenos que ocorriam na Amazônia, assim ele não sabe o que teria sido feito com todo o material que eles haviam coletado e quais os desdobramentos que podem ter ocorrido em função deles). Para o capitão Uyrangê, estava claro que se tratava de um fenômeno do “outro mundo” e que não havia intenções hostis, uma vez que ele e toda a equipe da Operação Prato estavam totalmente desprotegidos e expostos e, no entanto, não houve qualquer tentativa de nos atacar de alguma forma qualquer.

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