Casos Nacionais
:: O Caso Varginha- Página 1
 

O Caso Varginha, considerado o Caso Roswell brasileiro, é, sem dúvida, o principal caso ufológico ocorrido em nosso país. Descoberto e pesquisado por um de nossos principais ufólogos, o advogado Ubirajara Franco Rodrigues, aqui colocaremos os principais fatos dessa ocorrência que culmina numa inquietante teia de eventos assustadores e que envolvem, além dos UFOs, as nossas autoridades militares e governamentais.


Ovni no pasto conforme descrito por Eurico (ilustração)

Nas primeiras horas do dia 20 de janeiro de 1996, ainda madrugada, os caseiros Eurico de Freitas e Oralina Augusta de Freitas, respectivamente de 37 e 40 anos, estavam no sítio à beira da estrada que liga Varginha à Rodovia Fernão Dias, a BR-381. Por volta da 01:30 horas, Oralina assistia TV e ouviu o gado, lá fora, correndo e bufando de maneira incomum. Imediatamente imaginou que algum animal predador ou cobra estaria envolvido nisso.

Eurico de Freitas e Oralina

O gado, que costumava aconchegar-se na estrada logo após a porteira de entrada, disparou em direção contrária, subindo pelo pasto, assustado. Oralina abriu a janela e não percebeu qualquer animal ou alguém que pudesse ter provocado o estouro. Porém, logo percebeu que algo se movia lentamente, na direção do alto do pasto, para onde o gado disparara. Esforçando a vista, logo notou que um objeto fosco, cinza, que parecia ter o formato de um submarino estava voando sobre a área. Imediatamente, Oralina correu e acordou seu marido, Eurico.

Aquele “submarino voador”, com as dimensões aparentes de um micro-ônibus, que não emitia qualquer ruído e nem possuía luzes, se movia lentamente. Os caseiros, que não possuem um telefone para alarme do proprietário da fazenda, permaneceram observando a passagem na inusitada nave por cerca de 40 minutos, até que ela transpusesse o morro que barra o horizonte na direção da cidade. Vale ressaltar que o OVNI não estava a mais que cinco metros de altura em seu vôo.

Mas havia um detalhe neste avistamento muito interessante: o objeto soltava alguma espécie de fumaça clara de sua parte frontal. E saía por um rombo aberto na estranha fuselagem desprovida de asas. Alguns pedaços do material, ainda presos ao bico, oscilavam como pano ao vento (tal qual Carlos de Souza no dia 13 de janeiro, o casal avistou um UFO com aparente avaria no dia 20 – uma semana depois). Permaneceram olhando até que aquilo transpusesse o morro e, possivelmente, tivesse continuado por mais alguns quilômetros em direção à cidade de Varginha.

Dia 20 de janeiro de 1996, sábado, logo pela manhã, algumas crianças e adultos haviam encontrado algo incomum... uma criatura que parecia ser uma espécie de animal e gente ao mesmo tempo (?). O ser fora encurralado próximo a uma casa em construção no final do bairro Jardim Andere, em Varginha. Testemunhas disseram que a criatura “chorava alto e fino”. Pouco se mexia e parecia retrair-se quando as crianças da rua atiraram pedras. Seu abdômem era avantajado, intumescido e inchado. Um casal de noivos se aproximou e a moça desmaiou quando fitou a criatura a uma distância de no máximo cinco metros. Segundo os boatos que não foi possível confirmar, a moça foi levada para o hospital em estado de choque.

Quartel do Corpo de Bombeiros de Varginha

Já por volta das 08:00 horas, os telefones do Corpo de Bombeiros não param de tocar. Inúmeros moradores do Jardim Andere avisam que um “bicho estranho” estava na área. O major Maciel (comandante da corporação na época) encaminhou quatro homens para verificar no local da suposta denúncia. Seja lá qual foi o quadro da situação que esses homens encontraram, eles entraram em contato com o Major Maciel e avisaram que até o exército estava presente. Isso acabou mobilizando o próprio major e vários homens da corporação numa operação de captura realizada por volta das 10:30 horas. A criatura apresentava uma pele viscosa (como se tivesse passado óleo por todo o corpo), olhos vermelhos enormes, uma cabeça muito grande em relação ao corpo, a cabeça apresentava protuberâncias, braços finos e longos, pernas finas e curtas, pés grandes e uma enorme saliência no abdômen. Os oficiais do corpo de bombeiros sargento Palhares, cabo Rubens, soldado Santos e soldado Nivaldo, usando luvas comuns, se aproximaram do ser, que tinha se deslocado até uma mata perto do terreno da rua Suécia, e jogaram sobre o mesmo uma rede de couro. Não houve qualquer reação de fuga e o ser ficou completamente apático – ele se deixou capturar. A única “reação” da criatura foi emitir um zumbido que parecia ser de “abelhas”. Toda a operação era observada pelos oficiais do exército:

Segundo o pedreiro Henrique José de Souza, que naquela manhã se encontrava trabalhando a cerca de 150 metros do local da captura, a criatura foi capturada e removida pelo Corpo de Bombeiros, juntamente com a Polícia Militar e o Exército. O ser foi posto dentro de um caixote de madeira, envolto por uma lona e colocado num caminhão da Escola de Sargentos das Armas (ESA). Ao que tudo indica, a viatura do Corpo de Bombeiros retorna ao quartel de Varginha e o comboio da ESA, por sua vez, com a caixa contendo o ser, segue viagem até a cidade de Três Corações.

O destino dessa criatura é, na verdade, incerto. Alguns dizem que ela foi levada para a ESA e mantida em cativeiro. Posteriormente, ela teria sido levada para UNICAMP num comboio que logo mais abordaremos com detalhes. Outros acreditam que ela foi encaminhada para o Hospital Humanitas e somente no dia 22 de janeiro é que ela teria sido levada até a ESA.

Fonte: PAINEL OVNI.

 

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