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Uma
passagem intirgante sobre civilizações antigas é
a dos maias. Embora já tenha sido mais difundido e estudado, ainda
não há respostas para alguns mistérios que envolvem
esse povo.
Originários da península da Yucatán por volta do
ano 2.600 a.C.; os maias erigiam pirâmides, levantaram fantásticas
cidades em pedra e construíram uma cultura inigualável na
América daquele período. De repente, entre os anos 750 e
900 d.C., até hoje desconhecidos, a civilização maia
desapareceu.
Durante décadas tentou-se descobrir o que aconteceu com ela. Em
junho de 1995, pesquisadores da Universidade da Flórida lançaram
uma nova hipótese para esse mistério histórico: uma
violenta e prolongada seca teria destruído a civilização
maia, forçando sua elite a abrir mão do poder e os mais
fracos a abandonar suas cidades de pedra, em busca de esperança
em outras paragens.
Historicamente, a civilização maia teria nascido no méxico,
espalhando-se posteriormente, durante um período de 3.500 anos,
mais ou menos, para a Guatemala e Belize. Após o seu desaparecimento,
restou um legado de sofisticados edifícios e pirâmides semelhantes
às existentes no Egito.
Os pesquisadores da Universidade da Flórida estudaram sedimentos
geológicos da região de Yucatán para recontruir as
mudanças climéticas ocorridas nos últimos 9 mil anos,
e localizaram um período intenso e contínuo de seca, por
volta do ano 800 da nossa era. A seca teria agravado os problemas já
existentes na comunidade, como excessivo crescimento populacional e mudanças
no meio ambiente, além de conflitos entre as cidades maias.
"Para uma civilização que estava disnte de uma série
de problemas e crises, tanto internas quanto externas" , explicou
na época o prof. David Hodell, da Universidade da Flórida,
"a escassez de água pode ter aumentado a vulnerabilidade de
muitas cidades maias."
Segundo esses pesquisadores, a chegada de um período de secas violentas
teria provocado a queda das elites que ocupavam o poder e o abandono de
muitos centors urbanos por parte da população, levando a
emigrações em massa.
A teoria continua a ser estudada, mas uma pergunta persiste sem resposta,
desde 1996: que espécie de crise interna poderia ser tão
forte a ponto de mudanças climáticas repentinas provocarem
o colapso total de uma civilização tão bem estruturada
como a maia?
Para isso não exite resposta!
E enquanto as respostas não vêm, a única realidade
clara é a de que os maias simplesmente sumiram.
Entre as versões mais exóticas para o desaparecimento incluem-se
as de que a civilização maia teria sido sequestrada por
extraterrestres e levado para outro planeta, à semelhança
de muitas passagens bíblicas e mitológicas, como a de Enoch
que, segundo textos bíblicos apócrifos, teria deixado a
Terra numa nave voadora. E seriam versões pouco dignas de confiança
caso em relevos maias não existissem algumas misteriosas incrições
e desenhos mais misteriosos ainda.
O mais famoso de todos é o baixo-relevo gravado em pedra na tampa
do sarcófago do Rei Paccal em palenque, obra produzida, segundo
se calcula, por volta do ano 683 de nossa era. No desenho vê-se
claramente, um "indígena" maia pilotando uma máquina
voadora, com motor e fogo saindo pelo que parece ser um cano de escapamento.
Não há como argumentar que possa ser sugestão ou
ilusão de ótica: a imagem é muito clara e inconfundível.
Então, o que dizer a respeito de um fato como esse? De uma máquina
voadora pilotada por um maia, há mais de 1.300 anos?
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